sexta-feira, setembro 26, 2008
A reboque...da democracia!
Já sabemos que o PS não anda a reboque dos verdes e dos bloquistas (a propósito do casamento entre pessoas do mesmo sexo...)... tal não seria de esperar. Seria de esperar, isso sim, que o governo andasse a reboque do que as pessoas reivindicam para o seu país: DEMOCRACIA, Sr. Primeiro Ministro!
E falando nisso...
sábado, setembro 13, 2008
Madonna
Agora de repente lembrei-me das festas lá da escola...e dos meus ímpetos de liderança criativa...
Se pudesse iria a Lisboa rever Madonna...
quinta-feira, setembro 11, 2008
Palin...
...não poderia estar mais de acordo!
De feminista e de sedutora é que esta verdadeira senhora não tem nada!
Leiam, fazendo o favor, esta réplica , muito bem feitinha pela Cuscavel, a sua Exia. MJNP, a propósito da campanha do pit-bull das beiças pintadas!
Saudável ignorância...
Hoje porém fui banhada com a água da actualização. Não podemos viver num estado permanente de ignorância, mesmo que ela seja saudável!
Estreou há dias um programa televisivo onde é suposto dizer a verdade, só a verdade e nada mais do que a verdade.
Diz quem sabe que o dito programa é um espaço de exorcismo dos pecados...e de reconciliação com a consciência individual...
Diz quem sabe que Portugal só falará das histórias de traição e de mentira que os/as convidados/as confessam a troco de dinheiro.
Voltamos à era da macacada, é isso?
quarta-feira, setembro 03, 2008
Um pretexto em forma de post...
Comovo-me sempre que releio algumas passagens do seu livro "Fazes-me Falta" e penso de mim para comigo: quando fôr grande também quero escrever assim.
Há qualquer coisa de intenso e de arrebatador na sua escrita...
Há uns anos fui a Berkeley a um congresso onde ela também estava. Não lhe pude dizer (ou não lhe consegui dizer???) o quanto gosto de a ler. Temos, por vezes, algum receio de dizer a quem gostamos isso mesmo: que gostamos deles/as (ou do que fazem). E eu não lho disse naquela altura...o quanto gosto da sua forma de brincar com as palavras e de as tornar vida.
Descobri há pouco esta crónica dela, que ainda não tinha lido.
Um pretexto em forma de post para lhe dizer (mesmo que ela não me oiça) que continuo a gostar muito de a ler.
quarta-feira, agosto 27, 2008
"Coisas entre o casal"
Maria do Céu foi baleada na cabeça pelo marido...e por todos/as aqueles/as que assistiram serena e impavidamente à sua história de violência.
Mais uma vez primimos o gatilho.
sexta-feira, agosto 22, 2008
De volta...
E como é bom chegar e ver algum serviço público de qualidade prestado pela imprensa portuguesa (confirmar aqui, via Womenagetrois!).
Homens feministas (também prescindo do pró)...
...uma geração promissora... (da qual espero que o Rui faça parte um dia...)
domingo, agosto 03, 2008
sábado, julho 26, 2008
segunda-feira, julho 21, 2008
Casamento civil entre pessoas do mesmo sexo: quando o debate é permeado pela estupidez
O título do artigo de opinião é:
Casamento "gay", o debate e a estupidez
O colorido é meu!
"Antes que venha a ILGA, ou outro qualquer lóbi "gay", acusar-me da costumeira homofobia ou coisas do estilo, permitam-me que diga o seguinte: sou, no geral, contra qualquer discriminação, nomeadamente contra a discriminação de homossexuais.
Isto passa por defender, como absolutamente legítimo e inquestionável, a possibilidade de os casais homossexuais terem mais ou menos o mesmos direitos do que os outros casais. E digo mais ou menos porque há um direito que eu sei que eles não devem ter: o de adoptar crianças. Reparem que eu jamais direi que um casal homossexual, só por o ser, não sabe tratar crianças com amor e com todos os requisitos de que elas necessitam. Mais: defendo - e defendi, numa crónica neste jornal quando a questão concreta se pôs - que um tribunal não pode tirar um filho ao seu pai ou mãe natural baseado no facto de ele (ou ela) ser homossexual.
Apenas digo que o Estado, ou quem guarda as crianças a adoptar, não deve discriminar nenhuma delas entregando-a a um casal que não está dentro da norma (no sentido em que a norma, encarada do ponto de vista meramente estatístico, é o casal heterossexual). Aliás, quando o primeiro-ministro, criticando Manuela Ferreira Leite, considerou 'pré-moderno' afirmar que o casamento se destina à procriação, eu permito-me discordar. Não é pré-moderno, é da condição humana.
Todos nós ao cimo da terra somos filhos de um pai e de uma mãe e não de dois pais ou de duas mães. O Estado pode legislar contra este facto da natureza, mas é arrogante pensar que pode alterá-lo na sua essência.
De resto, a discriminação que sofreria uma criança entregue a um casal homossexual é, a meu ver, muito mais condenável do que não chamar 'casamento' à união que consagra os direitos de dois homossexuais.
Acrescentaria, ainda, que uma lei de coabitação bem feita poderá perfeitamente servir. Com a vantagem de o Estado não necessitar de saber quem é homossexual e quem apenas vive junto por necessidade económica, amizade pura ou outro qualquer aspecto que só ao próprio diz respeito.
Resolver problemas na prática é a finalidade da política. Se permitir todos os direitos menos o da adopção (como parece ser a disposição do PS e do PSD), não se pode chamar a essa junção 'casamento', como pretendem certos políticos convencidos da sua modernidade. A insistência no nome apenas revela a agenda escondida, ou seja, a adopção de crianças por homossexuais. E isso seria de uma estupidez imperdoável".
Assina o texto Henrique Monteiro, no Expresso desta semana.
Não faço parte da ILGA, não sou lésbica, nem pertenço a nenhum lobby gay. Mas poderia fazer parte da ILGA, poderia ser lésbica e poderia pertencer a um ou vários lobbies gay. Não preciso pertencer a nenhuma destas categorias para apontar o dedo à costumeira homofobia ou outras coisas do estilo. É que a luta contra a discriminação não é uma coisa lá com eles e com elas, é uma coisa nossa, dos cidadãos e das cidadãs deste país, portanto uma questão de CIDADANIA.
Mais uma vez a discussão gira em torno do que parece melhor descredibilizar e enfraquecer o direito ao casamento civil entre homossexuais. Retomou-se um debate antigo (que conhecemos bem): o do direito à vida (já não o direito ao nascimento, mas o direito ao desenvolvimento harmonioso). À vida de quem? Ao desenvolvimento de quem? Das crianças, claro. É-nos dito neste artigo, sem reservas, que o dramático da exigência da consagração do casamento civil entre homossexuais é o facto de haver nessa exigência um interesse velado: o de adoptar crianças. Como os homossexuais têm mais ou menos os mesmos direitos que os outros casais, é possível que eles sejam mais ou menos discriminados. As crianças é que não o podem ser. Porque ser pai ou mãe de uma criança e ser ao mesmo tempo homossexual ou lésbica é submetê-la a uma atroz discriminação...
Imagino como será traumático para uma criança ser filha de duas mães ou de dois pais que a amam...
Imagino o difícil que deve ser para uma criança viver numa família saudável...que lhe presta cuidados, que a mima, que a ampara, que a protege...
Imagino como será penoso para uma criança ser feliz fora da alçada da norma dos outros. É que a norma é muito mais do que um conceito estatístico...
Não posso imaginar, isso sim, o que seria não poder ser livre para casar ou para ser mãe do Rui (ou de qualquer outra criança) apenas por ser lésbica.
Essa seria uma estupidez que eu não perdoaria ao Estado português.
Agora foi
Depois de anos e anos e anos...
segunda-feira, julho 14, 2008
Elina Guimarães
O Centro de Documentação e Arquivo Feminista Elina Guimarães é mais uma passo essencial na divulgação dos Estudos Feministas e de Género.
quinta-feira, julho 10, 2008
quarta-feira, julho 09, 2008
Outro bom exemplo vindo de Espanha
A nova campanha do Ministério da Igualdade do governo espanhol: Quando maltratas uma mulher deixas de ser um homem









